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Limpeza Estrutura Metálica/GALPÕES

Alpinistas Altamente Preparados
Limpeza Galpão
serviço realizado através de cordas, fazendo que o mesmo seja mais preciso e com mais qualidade
Materiais Especializados
Material qualificado ajuda a executar o serviço com mais qualidade.
LIMPEZA TRELIÇA - ESTRUTURA METÁLICA
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Limpeza de GALPÕES/estrutura Metálica 

 

(para este serviço não precisa consultar no CEP ACIMA, envie mensagem no whatsapp)

A limpeza de estruturas metálicas em geral é feita com maior espaço de tempo. O acumulo de poeiras e demais substancias utilizadas nos locais onde se encontra estalada. Normalmente estruturas metálicas tem difícil acesso para limpeza, o que faz com que tardei ainda mais sua limpeza. Executamos esse serviço através de cordas, fazendo que o mesmo seja mais preciso e melhor executado.

Recomendamos a leitura do artigo abaixo:

ESTRUTURAS METÁLICAS: Proteção em perfis de aço

PROTEÇÃO EM PERFIS DE AÇO
CONTROLAR A CORROSÃO  ATRAVÉS DO DETALHAMENTO DO PROJETO. ESCOLHA DO SISTEMA DE PROTEÇÃO ADEQUADO AO AMBIENTE E DA UTILIZAÇÃO DE AÇOS MAIS RESISTENTES À AÇÃO ATMOSFÉRICA. A PREVENÇÃO NASCE NA ARQUITETURA, É COMPLEMENTADA PELO ENGENHEIRO CALCULISTA E FINALIZADA PELO FABRICANTE.

ALPINISTAS TREINADOS E ESPECIALIZADOS.

CONFIRA MAIS DETALHES ABAIXO:

 

Realizamos Também os seguintes serviços: 

  • LIMPEZA DE FACHADA;
  • TROCA DE JUNTAS DE DILATAÇÃO;
  • IMPERMEABILIZAÇÃO;
  • TROCA DE AZULEJOS;
  • LIMPEZA DE VIDRO;
  • LIMPEZA DE MURO E PISO;
  • LIMPEZA DE TELHADO;

A corrosão atmosférica dos aços estruturais é um processo basicamente eletroquímico. No qual o metal reage com o ambiente que o circunda, formando um óxido ou outro composto análogo ao minério com o qual o aço foi produzido.

Desse modo, exige a presença simultânea da água e do oxigênio. Outras substâncias químicas – os poluentes atmosféricos – exercem influência na velocidade de corrosão.

Exemplos comuns são os cloretos, existentes na orla marítima, e o dióxido de enxofre, em regiões industrializadas e grandes cidades, explica o engenheiro Fábio Domingos Pannoni, consultor técnico da Gerdau Açominas e especialista em engenharia de proteção estrutural.

A necessidade de proteção de uma estrutura deve ser avaliada em função do ambiente que a circunda e de seu uso específico. Mas é preciso tomar cuidado com as generalizações.

Uma edificação exposta a um ambiente não poluído requer um sistema de proteção anticorrosiva mínimo. Outra, situada em um pólo industrial poluído e úmido, necessitará de um sistema mais robusto.

Preparo da superfície:

O preparo da superfície metálica, que obrigatoriamente antecede a pintura, constitui etapa importantíssima do processo e está diretamente ligado ao bom desempenho do sistema de proteção. Ele é realizado com dois objetivos.

O primeiro é a remoção de todos os materiais que possam impedir o contato direto da tinta com o aço – pós, gorduras, ferrugem, carepa de laminação e resíduos de tintas, entre outros. O segundo é fornecer rugosidade superficial ao substrato, contribuindo para o aumento da aderência da tinta.

Os vários métodos propostos para a limpeza da superfície estão descritos na norma ISO 8.501-1. Esta se refere, essencialmente, à aparência da superfície do aço antes e depois da limpeza manual, motorizada, após o jateamento abrasivo etc. Os padrões do grau de limpeza descritos na ISO 8.501-1 qualificam os procedimentos usuais no meio técnico:

• St 2: limpeza manual, executada com ferramentas, como escovas, raspadores, lixas e palhas de aço;

• St 3: limpeza mecânica, executada com ferramentas como escovas rotativas, pneumáticas ou elétricas;

 

Detalhando o projeto

Em ambientes externos ou úmidos, o detalhamento do projeto tem importante efeito no controle da corrosão. “A prevenção dessa ocorrência nasce na arquitetura. É complementada pelo engenheiro calculista e finalizada pelo fabricante da estrutura”, observa Fábio Pannoni. O modo mais econômico para a estrutura completar sua vida útil, com os menores custos ao longo do tempo, é atentar para os detalhes. É importante ressaltar que em ambientes secos, não poluídos, nenhuma precaução especial é necessária. Os principais pontos a serem considerados são os seguintes:

  • Evitar a formação de cavidades e frestas onde a água possa ficar retida. Caso não haja alternativa, utilizar um selante (epoxídico ou poliuretânico, por exemplo) para fechar a fresta;
  • Providenciar furos de drenagem para o escoamento da água, onde necessário;
  • Fechar completamente as vigas-caixão, exceto quando submetidas à galvanização a quente;
  • Permitir a livre circulação de ar em torno da estrutura;
  • Não criar situações que impossibilitem a realização de limpeza, inspeção e manutenção;
  • Em ambientes úmidos e poluídos, evitar, sempre que possível, a ligação (parafusos ou solda) de aços inoxidáveis, cobre (e suas ligas) e aços patináveis com os aços estruturais. Isso pode promover a corrosão galvânica destes últimos;
  • Ter a cobertura adequada da armadura metálica, no caso das estruturas de concreto armado;
  • Separar o aço e a madeira através do uso de polímeros adequados ou da pintura;
  • Projetar os componentes de modo a facilitar a acessibilidade. Favorecendo a aplicação, a inspeção e a manutenção do sistema de proteção escolhido;
  • A mais recente revisão da NBR 8.800 trata, em seu anexo N (normativo), da durabilidade dos componentes perante a corrosão. Ele deve ser consultado para detalhes adicionais.
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